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Comprar o imóvel onde sua empresa vai se instalar é um passo importante para qualquer empresário. Além de criar patrimônio imobilizado – o que facilita a captação de recursos e investidores – a eliminação dos custos de aluguel pode ser o alívio necessário ao capital de giro em momentos de crise.

Por esse motivo, escolher o local ideal para instalar a sede da sua empresa – ou para investir em locação para empresas que possuem um bom perfil de locatárias – pode ser a diferença entre o sucesso e o fracasso de um negócio. Conheça os principais fatores a serem considerados nessa escolha:

  1. Defina o público-alvo

Se você está pensando em comprar o imóvel para a sua própria empresa, imagine quem são seus clientes e quanto as necessidades deles dependem da localização do imóvel. Isso não quer dizer que seu imóvel precise estar perto da sua clientela. Se você tem um negócio de nicho muito específico e de alto valor agregado, é mais importante que seu escritório seja em ponto nobre e próximo de negócios que agreguem valor ao seu cliente do que propriamente próximo à residência deles. Por exemplo: se você é médico – dependendo da especialidade -, é mais vantajoso estar próximo ao hospital que atende do que próximo de um bairro residencial da zona nobre da sua cidade. Se é uma empresa de investimentos, tente ficar mais próximo ao centro financeiro da cidade ou em um bairro central de intensa atividade comercial: seu público, nesse caso, é composto majoritariamente de empresários e profissionais que atuam nessa região. Se for advogado, a proximidade a tribunais, fóruns e outras sedes da justiça pode ser um diferencial determinante, tanto para seus clientes quanto para a logística do seu trabalho.

O mesmo serve para quem quer comprar o imóvel com o objetivo de alugá-lo: defina quem é o locatário ideal e busque pontos comerciais que atendam a essa sua expectativa, levando-se em consideração os aspectos mencionados.

  1. Procure negócios relacionados na região

Um ótimo indicativo de que seu negócio deve estar em um determinado local é que outros negócios similares funcionam na mesma região – e, de preferência, há mais tempo. A não ser que haja uma saturação competitiva da região, é sempre um bom indicativo a presença de empresas do mesmo ramo ou ramos similares no local onde você quer se instalar.

  1. Faça uma lista das prioridades

Você recebe os clientes ou os visita? Qual impacto você quer causar quando recebe um cliente? O valor do seu serviço ou produto está condizente com o imóvel que você vai apresentar para seus clientes e parceiros? O imóvel exige reforma? Quanto vai custar? As instalações do imóvel permitem que você adapte a utilização ao seu negócio?

Organize essas respostas por ordem de importância.

Se for investidor, pense sobre essas dúvidas na perspectiva do seu público-alvo.

  1. Avalie as características do prédio

A “cara” do seu negócio será a fachada, o hall, os elevadores, a segurança e a tecnologia do edifício que você vai se instalar. É mais importante ter uma sala comum em um prédio imponente do que uma sala extremamente bem decorada e atrativa em um prédio que não converse com seu público. Lembre-se sempre: o seu cliente enxerga no seu sucesso uma prova determinante da sua competência. E isso começa na portaria do prédio.

  1. Mensure o valor do investimento

Comprar uma sala comercial é mais que um investimento em atividade produtiva: é um investimento financeiro de altíssimo valor agregado. Por isso é importante avaliar situações como a possibilidade de revenda futura do local e o valor que trará essa imobilização de capital em termos de uso do capital de giro em investimentos diários. Isso é particularmente mais vantajoso para empresas de serviços, que não trabalham com estoque, mas com mão-de-obra especializada. Investidores também avaliam a solidez da empresa por meio de seu capital imobilizado, não apenas os balanços de lucros líquidos e faturamento. O mesmo serve para os bancos, que preferem financiar empresas com patrimônio sólido e, geralmente, a juros mais baixos. O cálculo compra vs. aluguel nesse caso leva em consideração variáveis muito mais complexas que no caso do imóvel residencial, pendendo sempre para a compra.

  1. Pesquise sobre a construtora

Outro fator importante e muitas vezes negligenciado é a questão da construtora do prédio no qual se pretende comprar o imóvel. Esse fator é um diferencial importantíssimo tanto para imóveis residenciais quanto para imóveis comerciais. Além de agregar valor e determinar a liquidez, o histórico da construtora em adequar seus empreendimentos às necessidades de cada negócio pode garantir o sucesso da compra. Verifique se a empresa investe em tecnologia, se está atenta às mudanças do mercado, se oferece opções inteligentes, como por exemplo, um piso elevado em prédios de escritórios e consultórios, se há vão livre e facilidade de instalação de drywall e gesso, se as instalações elétricas estão de acordo, se há estacionamento no prédio, entre outros detalhes.

  1. Se for possível, opte por construções novas

As mudanças constantes nas estruturas construtivas e na tecnologia corporativa fazem de imóveis novos sempre as oportunidades ideais. Isso porque os arquitetos e engenheiros já imaginam uma série de demandas que não existiam há, por exemplo, 10 ou 15 anos. Isso serve para a logística de um sistema de internet e intranet que seja fácil de adaptar para cada tipo de negócio, as preparações para ar-condicionado e outros equipamentos, a flexibilidade das instalações elétricas e hidráulicas, entre outras demandas que podem economizar dezenas de milhares de reais em reformas.

A tecnologia de segurança também é uma preocupação cada dia mais presente, e os imóveis novos estão mais preparados para oferecer soluções como portarias inteligentes, garagem monitoradas, elevadores mais eficientes, controle de visitantes, e outras funcionalidades.

 

 

Então, está pronto para fazer a sua escolha? Os consultores da MIP estão prontos para te orientar e te ajudar a escolher a melhor opção para seu negócio. Preencha o formulário abaixo para receber um contato.

 


O Brasil passa por um momento econômico e político turbulento, e, nesse momento, investir pode parecer arriscado. Em momentos de instabilidade é comum apostarmos em aplicações mais seguras que garantam certa previsibilidade nos rendimentos como é o caso da renda fixa , poupança, e, até mesmo recentemente , em títulos do governo como o tesouro direto.
Por outro lado, nosso passado mostra que a poupança é um investimento seguro mas não infalível – além de apresentar baixa rentabilidade -, e o próprio tesouro direto apresentou rentabilidade negativa nos últimos meses! Isso significa que quem não pode esperar o vencimento dos títulos do tesouro pode ter perdas no valor do investimento.
Esse cenário é o ideal para investir em imóveis e nesse post vamos te dizer os sete principais motivos que sustentam essa afirmação.

 

Queda dos juros de financiamento

 

Bancos como Itaú, Bradesco e Santander entraram forte este ano de 2018 para competir no mercado de financiamento imobiliário. Em determinados imóveis, é possível encontrar taxas mais atrativas em bancos privados que na própria Caixa Econômica Federal. De toda forma, o movimento desses bancos gerou uma queda nos juros do financiamento imobiliário. Isso também é benéfico para o mercado futuro, uma vez que quem comprar imóvel com taxa pré-fixada pode se beneficiar de uma portabilidade de crédito no futuro caso as taxas dos bancos concorrentes venham a cair mais.

 

O mercado imobiliários está se reaquecendo

 

A crise econômica deixou os estoques das construtoras cheio e isso forçou os preços para baixo. Com a redução desse estoque de imóveis prontos, a tendência é que os preços dos próximos lançamentos venham mais altos ou, no mínimo, sem os descontos praticados nos últimos anos. Para quem quer adquirir um imóvel hoje, ainda é possível se beneficiar de valores reduzidos e descontos especiais, principalmente em imóveis novos ou na planta. É certo que o preço dos imóveis não tem mais tendência de queda, e a projeção é de alta nos próximos anos. Isso faz de agora o momento mais indicado para a compra.

 

Investimentos em renda fixa vêm perdendo rentabilidade

 

Sim, até o famoso tesouro direto pegou os investidores de surpresa ao anunciar rentabilidade negativa no mês de abril de 2018. E a tendência com a queda dos juros nominais é que essa depreciação não seja apenas um fato isolado. O governo precisa renegociar as dívidas com juros menores e prazos maiores, e isso força para baixo o valor desses títulos. Dúvidas sobre a capacidade de pagamento do governo também têm influenciando no valor de mercado dessas aplicações. Além disso, a renda fixa sofre influência direta da taxa SELIC, que está no nível mais baixo da série histórica.

 

Poupança tem menor rentabilidade com o juro baixo

 

Regras em vigor desde 2012 fazem com que a poupança tenha rendimentos de 70% do valor da SELIC + TR. Esse valor hoje, com a SELIC em 6,5%, é de 4,55% ao ano, o que é inferior à média de 6% anual de alugueis. Mesmo que se compre o imóvel para moradia e não apenas investimento, vale mais a pena empenhar o dinheiro no imóvel para reduzir o custo do aluguel ao invés de aplicar na poupança.

 

Instabilidade política

 

O Brasil já viu desde a redemocratizações momentos de muita insegurança para o investidor, inclusive com poupanças sendo confiscadas para cessar uma inflação estratosférica e pessoas comuns investindo em aplicações overnight para fazer o salário durar até o fim do mês. As eleições de outubro são absolutamente imprevisíveis e boa parte das plataformas econômicas dos candidatos são desconhecidas. Os únicos investimentos que permanecem sólidos desde o império são os imóveis. Por mais que haja menos ou mais rentabilidade em determinados momentos, investir em imóveis sempre foi o mais indicado em tempos de imprevisibilidade política.

 

 

Valorização imobiliária

 

É comum encontrar pela internet cálculos complexos comprovando que é melhor alugar do que financiar um imóvel. A maioria desses cálculos, no entanto, não leva em consideração um fator fundamental para o comparativo: a valorização imobiliária ao longo dos anos. Isso significa que, além do que você ganharia de rendimentos pagando aluguel e poupando a entrada e a diferença entre o aluguel e as prestações, você precisa vencer a valorização o imóvel que está deixando de comprar. No ano de 2009, por exemplo, a valorização média de um imóvel em Belo Horizonte foi de 20%, chegando a dobrar o valor entre 2007 e 2013. Se em 2007 você deixou de comprar um imóvel para alugar e poupar, isso significa que você dificilmente terá o dinheiro para comprar o imóvel que queria hoje, porque este já dobrou – ou mais – de valor e o aluguel do mesmo já não lhe permite poupar. Entre 2000 e 2014 a valorização imobiliária em Belo Horizonte bateu a casa dos 300%, índice que ultrapassa inclusive o IBOVESPA, a bolsa de valores de São Paulo. O momento atual de baixa é o melhor possível para evitar esse tipo de armadilha e garantir que terá seu imóvel quitado e valorizado no futuro.

 


Se você ainda está em dúvida, nossa equipe de corretores tem todas as informações que você precisa para descobrir a melhor forma de investir o seu dinheiro. Preencha o formulário abaixo que um de nossos consultores entrará em contato para descobrir com você qual a melhor opção para o seu investimento!

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Uma das principais dúvidas do comprador na hora de adquirir um imóvel é sobre a sua capacidade de cumprir o compromisso financeiro. Como a grande maioria dos compradores não possui a totalidade do dinheiro em mãos – que é a melhor opção para aquisição – é preciso avaliar as possibilidades de financiamento.

Neste artigo vamos apresentar as vantagens e desvantagens de se financiar um imóvel com a construtora ou com o banco, para que você possa se decidir pela melhor opção.

Financiamento direto com a construtora

São inúmeras as diferenças entre o financiamento com o banco e o financiamento com a construtora. Uma vantagem clara em favor das construtoras é a possibilidade do financiamento de imóveis na planta, uma vez que o banco só libera financiamentos após a entrega da obra. Nesse caso, é comum que as construtoras não cobrem juros durante a construção, sendo o valor mensal corrigido apenas pelo INCC (Índice Nacional de Custo da Construção) nesta etapa. Os juros são cobrados apenas após a entrega das chaves.

Os prazos para financiamento são, geralmente, menores que os dos bancos, em torno de 60 meses, dependendo do tipo de imóvel. A MIP, por exemplo, oferece financiamentos de até 120 meses para loteamentos. Por outro lado, os juros não são capitalizados e a correção é mensal pelo IGP-M, o que implica em encargos menores para o comprador.

Também é possível utilizar o FGTS para esse tipo de financiamento, com a ressalva de que não se pode usar o fundo de garantia para a entrada, apenas para amortização ou quitação do financiamento.

Financiar com a construtora também é sinônimo de burocracia reduzida. É muito mais fácil, simples e rápido contratar esse tipo de financiamento se comparado com um financiamento bancário normal.

Outra vantagem é a flexibilidade da forma de pagamento, que pode ser negociada diretamente com a construtora. Isso ajuda quem precisa vender outro bem para quitar parte da dívida e precisa de prazo, ou quem recebe por comissões ou participações anuais em lucro, enfim, quem tenha rentabilidade flexível.

Outro grande facilitador é que as opções de desistência da compra – o chamado distrato – são melhores acordadas e facilitadas em um contrato de financiamento direto com a construtora.

Financiamento direto com o banco

O financiamento habitacional feito diretamente com o banco é o escolhido sempre que se precisa de previsibilidade e parcelas menores, uma vez que os prazos chegam a até 35 anos. Os juros são capitalizados e o valor total do financiamento pode chegar ao dobro do valor nominal do imóvel, dependendo do prazo.

A burocracia para liberação deste financiamento é substancialmente maior que aquela solicitada pela construtora, e só é possível o financiamento de imóveis prontos. Caso queira comprar um imóvel na planta, como já dissemos, o financiamento pelo banco só é possível após a conclusão da obra. Até lá, os pagamentos da entrada e outras prestações deve ser feito diretamente com a construtora.

Outro lado positivo, além das parcelas menores, é a possibilidade de utilização do FGTS para pagar a entrada do imóvel também, e não somente para amortizar ou quitar.

Como decidir então? Existem pontos centrais a serem considerados na hora dessa escolha:

1. O valor do imóvel

Imóveis mais baratos possuem juros menores e, às vezes, até subsídios do governo. Até 150 mil reais, os juros e condições bancárias são geralmente superiores aos financiamentos com as construtoras. Acima de 350mil reais financiados, o ideal é financiar com a construtora, caso as parcelas caibam no seu bolso.

2. Os rendimentos do comprador

Caso o comprador seja assalariado e não tenha alterações significativas nos rendimentos em períodos diferentes do ano, ambos os financiamentos são válidos. Caso o comprador tenham rendimentos variados, como comissões ou lucros, o ideal é procurar um financiamento flexível como o da construtora. Os bancos permitem antecipação de parcelas, mas as regras são mais rígidas.

3. A solidez da instituição

Financiar com a construtora pode ser vantajoso em vários casos, mas em outros pode ser uma escolha infeliz. Por esse motivo, é fundamental que se atente para a solidez da empresa com a qual você está contratando o financiamento. O tempo de mercado e a situação financeira transparente são bons indicativos. Procure saber sobre a existência de passivo bancário na construtora, ou seja, se ela tem liquidez e pode arcar com a construção do imóvel por si própria ou se tem dívidas nos bancos.

4. A capacidade de pagamento

Calcular a adequação dessa nova dívida ao orçamento familiar é fundamental para o sucesso. Por mais que um ou outro modelo pareça mais atrativo, o que conta é a possibilidade de arcar com as parcelas, e isso deve ser levado em conta como prioridade. Lembre-se que ao comprar um imóvel na planta há que calcular o gasto com aluguel, por exemplo, durante a construção.

Proteja-se de construtoras inidôneas. Providencie os documentos abaixo na hora de escolher o financiamento com uma construtora.

Imóveis prontos

  • Certidão de matrícula do imóvel, com ônus e ações
  • Certidões negativas de ações judiciais, fornecidas pela Justiça Estadual (ou Comum), Federal e do Trabalho
  • Certidão negativa de débito expedida pelo município
  • Certidão de quitações de débitos condominiais, a retirar com o síndico.

Imóveis na planta ou em construção

  • Certidão de registro da incorporação imobiliária e da convenção condominial
  • Memorial descritivo da obra
  • Alvará de construção
  • Pesquise sobre a empresa no Procon
  • Conheça outros empreendimentos do construtor
  • Confira se as especificações do imóvel estão discriminadas no memorial descritivo e/ou no contrato particular

Ainda está em dúvida?

A equipe da MIP conta com consultores especializados que colocam para você na ponta do lápis o custo de cada um dos financiamentos para que você possa escolher com tranquilidade qual é o melhor para você e sua família.

Preencha o formulário abaixo que nossa equipe entrará em contato.


Sucesso com seu novo imóvel!

 

Investir em imóveis é sempre uma questão delicada. Nesse momento surgem inúmeras dúvidas e incertezas, por isso antes de tomar qualquer decisão é preciso pesquisar e analisar o mercado com muita cautela.

Uma das dúvidas que deixa qualquer investidor angustiado é se ele deve adquirir o imóvel na planta ou depois de pronto. Para ajudar você a definir o que é melhor para sua realidade, vamos apresentar os pontos positivos e negativos de cada opção. Acompanhe!

Por que eu devo investir em um imóvel pronto?

A primeira e mais óbvia questão a se levar em conta é que o imóvel está pronto. Você não vai precisar esperar e, muito menos, se preocupar com o término das obras.

Outra questão interessante: caso você seja inquilino, não precisará mais arcar com as despesas de aluguel. A mudança é quase imediata.

No mercado imobiliário são comuns os casos de obras que não terminaram, resultando em sérios problemas para o comprador. Quando você adquire um imóvel pronto para morar, não corre o risco de ficar sem suas chaves e perder parte ou, até, todo o dinheiro investido.

Se você quer comprar um imóvel pronto e não quer ter dor de cabeça com problemas como infiltrações e mofo, invista em empreendimentos mais novos, recém-entregues pela construtora. Desta forma, você não precisa esperar pelo prazo de obra e, ainda, desfrutará de um apartamento novinho.

Quais são as desvantagens de um imóvel pronto?

Nem sempre um imóvel pronto é um imóvel novo. E, nesses casos, é possível que seja necessário realizar obras de manutenção ou, até mesmo, reformas mais complexas — o que pode acabar inviabilizando o negócio. Sem falar dos transtornos que vêm junto de toda obra.

Por isso, a dica principal antes de fazer esse grande investimento, é conhecer o histórico do prédio – reformas, problemas estruturais, de infiltração, vizinhança, etc – ou seja, entender se o custo/benefício compensa.

Por que eu devo investir em imóveis na planta?

Umas das principais vantagens de se comprar um imóvel na planta é a sua valorização após o término das obras e suas condições de pagamento. Quanto mais inicial a obra estiver, mais suaves serão suas prestações e melhores preços você conseguirá nas diversas oportunidades oferecidas no lançamento.

Normalmente, o desembolso durante o período de obras corresponde a apenas 25% do valor do imóvel, podendo ainda ser parcelado. O restante das prestações deve ser pago ao longo dos anos, ficando o montante maior para após o término da obra.

Este pagamento final ainda pode ser realizado à vista ou por meio de financiamento, que pode ser feito com o banco ou com a própria construtora (a MIP, por exemplo, oferece financiamento próprio e taxas muito competitivas).

Outra importante vantagem é fato de você ser o primeiro morador e receber um imóvel novo, com garantia das construtoras.

Quais são as desvantagens de um imóvel na planta?

Mesmo que a justiça brasileira tenha sido rigorosa com as construtoras, o prazo de entrega dos apartamentos ainda é um risco. Além disso, existe um atraso legal, apresentado no contrato, de 180 dias depois do período das obras.

Se você tem pressa para se mudar, não deixe de pesquisar a confiabilidade da construtora e ficar atento às cláusulas contratuais, pois o tempo de espera pode não compensar a compra do imóvel. Planeje-se considerando sempre o prazo máximo de entrega.

Pior do que o período de espera é nunca receber o imóvel. Este é o principal risco de quem investe em imóvel na planta. Em caso de falência, as construtoras deixam de entregar o imóvel ao comprador. E mesmo que seja possível processar a empresa, o pagamento ao investidor só é realizado após o acerto com possíveis dívidas trabalhistas e tributárias. Se, mesmo assim, os compradores não receberem o dinheiro de volta, eles devem formar uma comissão para questionar e acompanhar o andamento dos processos.

Outra desvantagem de um imóvel na planta é que é necessário um planejamento financeiro também para os acabamentos e decoração. Hoje, as pessoas buscam personalização e os imóveis seguem uma tendência de entrega com acabamentos cada vez menos detalhados, para que cada um o deixe a seu gosto.

Afinal, qual é a melhor opção?

Se a sua intenção é comprar um imóvel como forma de diversificar seus investimentos, o imóvel na planta pode ser uma boa opção, pois ele com certeza sofrerá valorização ao término das obras. Além disso, se o que você procura é um lugar para decorar do seu jeito, mas necessita de mais prazo para quitação, o imóvel na planta também pode ser a melhor opção.

No entanto, se você tem planos de se mudar com certa urgência e quer uma casa nova, é melhor comprar um apartamento recém-entregue, pois você consegue ter os benefícios de um imóvel novo e evitar a espera.

Pensando do lado financeiro, o imóvel na planta tem um benefício claro: o preço. O desconto pode chegar de 20% a 25% se comparado ao imóvel pronto. Porém, o investidor deve colocar no papel o custo de sua moradia atual durante o período de obras até a entrega das chaves.

Vamos supor que o valor do aluguel corresponda a 7,2% por ano do valor do imóvel. Após 36 meses o comprador perde o desconto e corre o risco de ainda não poder se mudar.

Agora que você sabe as vantagens e desvantagens de cada opção fica mais fácil tomar sua decisão. Sua escolha vai depender das suas prioridades como investidor e de suas necessidades. Vale ressaltar que você deve pesquisar sobre o histórico da construtora, seja para comprar um imóvel na planta ou um apartamento pronto e novo.


 

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